O
browser, que serve de escotilha para os amplos horizontes da web, está a caminho
de se tornar uma vitrine mais elegante. No ano que vem, depois de três anos de
desenvolvimento e seis meses de testes públicos, a
Mozilla, produtora insurgente de browsers
que nasceu das cinzas da Netscape, lançará o Firefox 3.0. O programa oferecerá novos truques que podem
mudar a maneira pela qual as pessoas organizam e encontram os sites que costumam
visitar mais freqüentemente. A Microsoft não quer ser superada, e por isso
recentemente estreou a primeira versão pública de teste da nova versão do
Internet Explorer, utilizado por cerca de 75% dos usuários de computadores, de
acordo com a Net Applications, uma empresa que estuda participações de mercado. A versão
definitiva do Internet Explorer 8 deve ser lançada até o final do ano,
oferecendo recursos adicionais. Mesmo a Apple, que no passado educadamente
mantinha o browser Safari confinado aos seus próprios aparelhos, está tomando uma atitude
moderadamente controversa ao oferecê-lo para uso em computadores equipados com o
Windows. Em outras palavras, a guerra dos browsers
está voltando a se aquecer. Os browsers sempre foram vistos como
cruciais rampas de acesso à web. Mesmo assim, depois de vencer a Netscape, a primeira empresa a
desenvolver browsers comercialmente, a Microsoft demorou cinco anos para lançar a versão 6
de seu Internet Explorer, em 2006. O Firefox agora conta com 170 milhões de
usuários em todo o mundo, e uma fatia de 18% do mercado de browsers, de acordo com a Net Applications. Isso é especialmente
impressionante se consideramos que a maioria de seus usuários teve de optar
ativamente por instalar o programa, enquanto o Internet Explorer vem instalado
de fábrica na maior parte dos computadores pessoais vendidos.
(Fonte: http://www.opantaneiro.com.br/noticias/online.asp?id=72086)